Resolvi fazer um porque esse layout é uó pra postar imagens, vídeos e derivados.
As besteiras que vejo estarão lá, mas merdas que escrevo continuarão aqui.
http://pegueiogalo.tumblr.com/
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29.8.12
16.8.12
Ainda sobre beleza
Bruna é daquelas pessoas que sorriem com os olhos, que tem um senso estético incrível, se veste bem e é linda. Ou seja, Bruna é extremante irritante e cativante.
Tava cavucando a caixa de entrada quando vi um email com algumas fotos dela que fazem parte do concurso One Life Photo Competition do projeto Artist Wanted.
E, poxa, são belérrimas :)
10.8.12
minha mãe me ensinou isso ontem
e achei muito pertinente compartilhar na rede mundial de computadores.
"A Cruz sagrada seja minha luz
Não seja o dragão o meu guia
Retira-te Satanás
E nunca me aconselhes coisas vãs
É o mal que tu mesmo me ofereces
Bebe tu mesmo do teu veneno"
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11.8.10
Como andar na rua fingindo que é foda (mesmo que você seja/esteja um cu cagado)
Você vai precisar de:
- Ipod (contendo lady gaga ou banda lapada)
- Carão
- Determinação
Para acrescentar a gosto:
- Uma brisa que vem do leste
- Óculos escuros - faça chuva ou faça sol (lua não está incluída)
Primeiro, não ande, desfile. Ou ao menos tente.
Ande rápido porque você não veio a esse mundo a passeio, né, beiber? Ande determinado, com passos firmes, mas leves. Não ande arrastando os pés porque é feio, é deselegante e apesar de você ter a sensação de estar caminhando para a morte sempre, tente abstrair esse pensamento e ande feito gente.
Se você tiver pi piu, não rebole. Se você tiver pitoca, NÃO rebole.
Determine seu destino e trace uma percurso retilíneo. Não importa onde você está, pode ser ao meio dia, no centro da cidade ou às duas da manhã na balada lotada. Faça com que as pessoas desviem de você e se elas não desviarem, faça com que elas sofram as consequências: esbarre nelas.
Lembrem-se: nunca, jamais, tempo algum, olhe nos olhos de alguém. Finja que tá, sei lá, no Irã onde isso deve ser pecado mortal. Fixe um ponto no horizonte e vá. Você pode olhar pro corpo das pessoas indiscretamente, caso seja necessário, mas isso não vai ser validado porque, oi, você nem olhou nos olhos dela. Caso aconteça, por alguma eventualidade, do seu olhar esbarrar no de alguém, não se desespere. Primeiro, não olhe para baixo, segundo não desvie o olhar vulgarmente porque aí, movéi, foi tudo por água abaixo.
Para se sair de uma situação complicada como esta aconselho piscar os olhos e ao abri-los, tcharam, você já estará olhando para o lado, como se nada tivesse acontecido. Se você, cheio de fogo na bacurinha, está pensando "meu deus como vou paquerar alguém sem olhar nos olhos?" hehe. Aí é que está, selecione seu olhar para quem, de fato, o mereça. Claro que isso pode afastar possíveis interessados, mas pode ter certeza que quem chegar em tu, meu brother, vai chegar dicumforça na determinação.
Ao encontrar conhecidos na rua, ignore-os solenemente. Brinks, depende do conhecido, claro. Se for andando, fale, se for no carro, acene, se for no ônibus, ignore. O Ipod aqui serve como desculpa porque você nunca consegue escutar as pessoas com os fones no ouvido, obviamente.
Agora se você está pensando "até parece que esse tobozudo faz isso na real life", repense, viu? Porque eu juro pela hóstia consagrada que faço e, pior, faço com a maior naturalidade do mundo, esbanjando ridicularidade.
- Ipod (contendo lady gaga ou banda lapada)
- Carão
- Determinação
Para acrescentar a gosto:
- Uma brisa que vem do leste
- Óculos escuros - faça chuva ou faça sol (lua não está incluída)
Primeiro, não ande, desfile. Ou ao menos tente.
Ande rápido porque você não veio a esse mundo a passeio, né, beiber? Ande determinado, com passos firmes, mas leves. Não ande arrastando os pés porque é feio, é deselegante e apesar de você ter a sensação de estar caminhando para a morte sempre, tente abstrair esse pensamento e ande feito gente.
Se você tiver pi piu, não rebole. Se você tiver pitoca, NÃO rebole.
Determine seu destino e trace uma percurso retilíneo. Não importa onde você está, pode ser ao meio dia, no centro da cidade ou às duas da manhã na balada lotada. Faça com que as pessoas desviem de você e se elas não desviarem, faça com que elas sofram as consequências: esbarre nelas.
Lembrem-se: nunca, jamais, tempo algum, olhe nos olhos de alguém. Finja que tá, sei lá, no Irã onde isso deve ser pecado mortal. Fixe um ponto no horizonte e vá. Você pode olhar pro corpo das pessoas indiscretamente, caso seja necessário, mas isso não vai ser validado porque, oi, você nem olhou nos olhos dela. Caso aconteça, por alguma eventualidade, do seu olhar esbarrar no de alguém, não se desespere. Primeiro, não olhe para baixo, segundo não desvie o olhar vulgarmente porque aí, movéi, foi tudo por água abaixo.
Para se sair de uma situação complicada como esta aconselho piscar os olhos e ao abri-los, tcharam, você já estará olhando para o lado, como se nada tivesse acontecido. Se você, cheio de fogo na bacurinha, está pensando "meu deus como vou paquerar alguém sem olhar nos olhos?" hehe. Aí é que está, selecione seu olhar para quem, de fato, o mereça. Claro que isso pode afastar possíveis interessados, mas pode ter certeza que quem chegar em tu, meu brother, vai chegar dicumforça na determinação.
Ao encontrar conhecidos na rua, ignore-os solenemente. Brinks, depende do conhecido, claro. Se for andando, fale, se for no carro, acene, se for no ônibus, ignore. O Ipod aqui serve como desculpa porque você nunca consegue escutar as pessoas com os fones no ouvido, obviamente.
Agora se você está pensando "até parece que esse tobozudo faz isso na real life", repense, viu? Porque eu juro pela hóstia consagrada que faço e, pior, faço com a maior naturalidade do mundo, esbanjando ridicularidade.
Lembra quando você escrevia no caderno do coleguinha da escola "siga sempre sorrindo sem se sentir sozinho"?
Pois bem, é chegada a hora.
26.6.10
Por que eu nunca falei de moda aqui?
Então, lindos leitores, é chegada a hora. Eu sei que esse post tá totalmente defasado e que o SPFW é jornal de ontem, e que já estamos na semana de moda de Paris, mas e daí, quero comentar e priu. Suportem.
Acho válido dizer que eu não estudo moda, não trabalho com isso e, resumindo, não sei nada sobre isso. Eu sei o que agrada meus olhos e acho que isso é mais do que suficiente. Então, seguem abaixo minhas impressões do que foi desfilado no SPFW, o que eu realmente achei bonito e usaria na moral na real life. Vem comigNOT.
e esse verde ou azul-piscina da cavaleira. Eu lembro que quando eu era "criança" as pessoas me perguntavam qual era minha cor favorita e eu dizia "verde-piscina com roxo".
Vocês vão me desculpar, mas eu preciso confessar que amei essa calça da colcci, minha gente. SÓ A CALÇA. Se eu tô dizendo que gostei disso ou daquilo, é só aquilo mesmo, viu? Abstraiam o resto do look, por gentileza.
E amei MUITO MAIS o short :~
Não me perguntem o porquê porque eu também não sei o que me fez gostar desse look do Mário Queiroz. Acho que foi essa paleta de cores insossa, essa calça de cintura reta e esse cinto ressaltanbdo isso. Gostei e priu.
Agora vamo parar de enrolação e falar do que é bom mesmo: beleza em abundância. Me desculpem o chichêzismo, mas só encontrei isso no desfile da Ellus. Foi o único momento que me vi pensando que sairia exatamente assim no meio da rua, sem tirar nem por.
Vamos as imagens, bem mais esclarecedoras:
(aqui eu fecharia essa camisa porque não tem pra quê tanto piriguestimo)
ELLUS, ME ABRACE FORTE!
Gostei de tudo. Mesmo. Do cabelo, dos óculos, do frescor das cores, bolsas, sapatos, cintos e, mais uma vez, shorts. Eu adoro essa história dos shorts perdurarem há umas, sei lá, seis temporadas, no mínimo, porque é tão ótimo, né, gente? É tão Brasil, tão belo e confortável. Eu simplesmente não consigo mais sair com nada abaixo dos meus joelhos a não ser que seja uma calça, oi?
Agora, pelamor de Benji, viu? Vamo ter parcimônia nessa vida e ir devagar com o andor. Não é só porque é bonito que você pode sair com seu shortinho beira cu por aí jurando que tá abalando com a cara da sociedade não. Seguem algumas reflexões no intuito auto-ajuda:
Agora, pelamor de Benji, viu? Vamo ter parcimônia nessa vida e ir devagar com o andor. Não é só porque é bonito que você pode sair com seu shortinho beira cu por aí jurando que tá abalando com a cara da sociedade não. Seguem algumas reflexões no intuito auto-ajuda:
como são suas pernas? Não precisa ter uma perna grossa e bem torneada pra usar short não, minha gente, mas também vamo brincar de ter o mínimo de senso estético, né? Se você não consegue visualizar isso, volte e reveja as imagens acima. Note que nenhuma das pernas é putaquepariu que perna é essa, mas enfim, são pernas dignas, ajeitadinhas, podem e merecem ser expostas.
Outra coisa importantíssima: como são os pêlos da sua perna? Porque, falando sério, não é todo mundo que nasce com o dom de ter pêlos lisos, macios e sedosos não, viu, beiber? E ao contrário do que você pensa, o cabelo de cima não tem nada a ver com o cabelo de baixo (oe). Há uma gama de fatores que podem e devem ser analisados antes de você sair por aí fazendo o dançarino do é o tchan. O mais comum são os pêlos nascerem para todos os lados, de maneira desorganizada. Nesse caso o que vocês fazem? Aparam, né, minha gente? Me poupem. Comprem um barbeador elétrico só pra isso, é barato e o resultado é garantido. Vá por mim que é muito melhor do que sair por aí fazendo a monga.
Agora, se os pêlos da sua perna forem iguais aos seus pentelhos, movéi, desista. Use calça pra sempre. Pra ficar mais explícitado, a imagem abaixo mostra uma perna que não deve ser jamais vista a olho nu e que merece, no mínimo, ter seus pêlos aparados.


Se você não notou a diferença entre esta perna e aquelas ali de cima, POR QUE VOCÊ ESTÁ LENDO ESTE POST?
Outra coisa importante sobre shorts: cumprimento. Veja abaixo como não deixar as pernas amostra - mesmo que elas sejam ungidas em cristo -
Outra coisa importante sobre shorts: cumprimento. Veja abaixo como não deixar as pernas amostra - mesmo que elas sejam ungidas em cristo -
Pronto, agora vamos falar de coisa ruim. Odiei o desfile da Amapô. E não é porque não é usável, é porque é FEIO mesmo. Ronaldo Fraga tá aí fazendo conceito e é puro amor. O João Pimenta também é outro lindo e não usável. Mas, isso, minha gente, isso é macumbaria pura (amarrado 3x)! Aprenda como sair de casa parecendo um boneco de vudu:
Aproveitando a deixa, quero deixar registrado meu inconformismo com essa tendência de calças largas. Tivemos modelos desse tipo desfilados na própria Amapô, em Alexandre e até mesmo na Ellus. Beleza, não vamos viver de skinny pra sempre, mas também não precisa usar uma calça que te deixa parecendo um saco de batatas. Sei lá, roupa tem que valorizar a gente, né? E outra, adoro essa tendencinha de dobrar a barra da calça, mas com bocas largas, pra mim, não funciona.
Outra coisa uó dessa temporada foi a quantidade absurda de transparência. Eu abomino transparências at all. Seja pra mulheres ou para homens. Na verdade a linha entre o delicado, bonito, exótico e vulgar é tênue demais então, prefiro abominar. Principalmente para homens. Vide Reinaldo Gianecchini pela Colcci ali em cima e esse look o cão do cão, mais uma vez da Amapô que segue abaixo:
Para não dizer que não falei das flowers, separei três looks que mais me chamaram atenção. Imagens auto-explicativas:
Tufi Duek
Osklen
Adriana Degreas
Gostaria de finalizar este singelo post com uma frase de um grande filósofo e pensador do século XXI: eu.
Cada um saber a dor e o corpo que tem, por isso, não me venha querer fazer o trendsetter e sair por aí achando que tá fechando de badoque.
Um beijo e até o outono/inverno 2011.
Ou não.
31.12.09
Em 2010
que a gente aprenda a dizer não, pra sobrar mais tempo pro sim.
martha m.
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15.10.09
Sobre elogios
Eu não lembro bem em que fase da terapia isso se fez claro na minha vida, mas eu sei que, não mais que de repente, notei que não sabia receber elogios.
Sei lá, minha gente, é tanta auto-estima baixa por aí, né? A pessoa simplesmente não se permite e priu.
E, na minha cabeça, tem cinco tipos-de-gente-que-não-sabe-receber-elogios.
1. Óbvios, piegas, pedantes e derivados.
Ex:
- Você fica tão bem de salmão, combina com seus olhos.
- Uuuww. Nunca mais vou usar outra cor.
2. Pobres coitados.
Denegrir é a palavra. É tão absurdo receber um elogio, por mais sincero e básico que ele seja, que a pessoa desmerecedora, automaticamente trata de desfazer tudo aquilo, e mais, faz com que a pessoa que acabou de fazer o elogio saia dali sentindo pena da criatura.
Ex:
- Que camisa bonita!
- Aaah, é tão velha, comprei num camelô lá em Nazaré da Mata por R$ 1,99. Tá até se rasgando aqui do lado, ó.
3. Humor em demasia.
São um pouquinho mais espertos porque uilizam o humor como canalizador de complexos e frustrações. Mas não deixam de se denegrir. O lado bom é que você dá umas risadinhas de leve.
Ex:
- Que maquiagem legal!
- Gostasse? Pois minha mãe disse que eu tô parecendo o palhaço Bozo.
4. Lindos e absolutos.
Complexados que fingem ter o ego inflado.
Ex básico:
- Adorei tua sandália.
- Doze mil novecentos e trinta sete dólares, beiber. Uma pechincha.
Ex ápice (plus de humor em demasia):
- Tas tão bonito hoje.
- Isso é porque tu tas me vendo com roupa, imagine sem.
5. Pseudo-agressivos.
Esses são os verdadeiros coitados. O complexo é tanto que elogio e crítica pra eles é a mesma coisa e a reação, não pode ser diferente. Ao invés de fazer um elogio, dê um abraço.
Esses são os verdadeiros coitados. O complexo é tanto que elogio e crítica pra eles é a mesma coisa e a reação, não pode ser diferente. Ao invés de fazer um elogio, dê um abraço.
Ex:
- Cortasse o cabeloooo. Ficou ótimo!
- Puft. Mentira, né? Tas louco? Pois só tu achasse isso porque TODO MUNDO falou que não ficou bom, e eu também achei UÓ, tô com ódio do cabeleireiro e PUTO, né? Essa merda, nessa caceta...
Agora me diz mermo se não é muito mais simples receber, acreditar, agradecer e quiçá fazer outro em troca?
Sem forçar a barra, lógico.
Experimentem com parcimônia que eu agarantcho.
7.3.09
Friday I'm in love

Sei lá, eu só queria agradecer e demonstrar minha satisfação por ainda existirem clichês e pieguice no mundo. Acho que todo mundo precisa, todo mundo merece. E Slumdog Millionare é lindo. Beijos.
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4.3.09
22.2.09
Entre confetes e serpentinas
Carnaval aqui em Recife é que nem desastre ambiental. Caso você não saia da cidade, não tem como escapar. E nessa história de Carnaval Multicultural acaba tendo de tudo. Mesmo. E pra todos.
Mas pra não generalizar demais, eu queria mesmo falar das troças, agremiações e blocos de rua.
Desde Janeiro acontecem as prévias do carnaval. Que, de prévias, só tem o nome. Porque a galera se joga dicumforça como se não houvesse quarta-feira de cinzas.
Aí, dentro desta pequena ramificação também tem pra todos. Primeiro que cada profissão tem seu bloco específico. "Imprensa Que Entra" para os jornalistas, "Segura o Briefing" para os publicitários, "Coveiros em Folia" para os... coveiros. Bizarro? Não, carvanal do Recife. Detalhe que a concentração dos coveiros é num cemitério, ok?
Fora do âmbito "profissões" temos mais trocêntos milhões de outros blocos de nomes não menos peculiares como: "Arrasta Corno", "Ressaca do Karai", " O Urso Paisagista" (oi?), "Tô Chegando Agora", "Eu Acho é Pouco", "O Bagaço é Meu", "Acorda Pra Tomar Gagau", "Não Acredito que Te Beijei" e "Tô Comendo Nada".
Ainda no clima de segmentação, os blocos que não tem um público alvo definido como "PM's do 14º Batalhão em Folia", aos poucos vão ganhando forma e um público cativo específico. Ou seja: são rotulados. Então, tem os blocos que "só dá piniqueira", "só dá gente cabeça", "só dá maconheiros", "só dá MESC (Movimento Eu Sou Cultural), "só dá mundiça" e a mais nova tendência do carnaval 2009, "só dá gente bonita".
Serião, antes mesmo do carnaval começar eu fui chamado pra uns três blocos que continham esta qualidade "impressa" no convite.
Agora eu só quero saber uma coisa: da onde é que sai tanta gente bonita? E onde é que esse povo se esconde o ano todo? Porque, pela hóstia consagrada, minha gente, eu juro que passo o ano todinho procurando e não acho.
Por via das dúvidas, todos os convites foram negados. Pelo simples fato de eu ter estudado marketing um dia e odiar propagandas enganosas.
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quando um texto desiste de você
13.2.09
9.2.09
5.2.09
Da lama ao caos
Olha, eu não vou pagar aqui de entendido do design porque, de fato, não sou. Mas dou valor, curto e aprecio bastante. Tanto é que resolvi escrever sobre isso. Mas vou logo avisando que não vem coisa boa por aí, afinal de contas, quer coisa melhor do que meter o pau nos outros?
O negócio é o seguinte: todos os anos os estudantes de design do Brasil inteiro se reúnem em algum estado com o propósito de encher o rabo de cachaça, fumar maconha até o olho encher de sangue e putariar até a morte. Ok, nem tanto.
Mas é aquela coisa. Palestras, oficinas, projetos, experiências, blá, blá, blá.
Daí que este ano o evento será sediado em Pernambuco. Massa, né? E adivinha só qual o tema que eles resolveram adotar como identidade visual? Manguebeat, claro. Aliás, Manguebit com i, viu? Que é pra disfarçar essa coisa feia que é o estrangeirismo.
Minha gente, não é querendo ser do contra não, mas oi, já deu?
Eu reconheço o valor da cultura do nosso Estado. Aliás, na minha opnião, é de longe a mais rica e diversificada do país. Reconheço a importância e o significado que Chico Science e Nação Zumbi tiveram, o upgrade que eles causaram na cena local e na imagem de Pernambuco pro povo de fora, me arrepio todinho só de ouvir um grupo de maracatu, acho o frevo uma dança deveras complexa, patrimônio cultural da humanidade e priu. Que legal, uhu.
Agora alguém me diz até quando a gente é obrigado a ficar estagnado, batendo na mesma tecla? A impressão que dá é que o Nordestino em geral foi - e é - tão inferiorizado que acabou se enclausurando no seu próprio complexo. O bairrismo atingiu um nível tão radical que chega a prejudicar, desgastar. É uma necessidade constante de se auto-afirmar, de mostrar "serviço", provar que tem conteúdo, sabe? Até certo ponto, não recrimino, acho até digno e louvável, visto que o que mais tem por aí, é gente achando que o Brasil se resume ao trecho Rio-SP. Gente com a mentalidade tão pequena quanto este mesmo trecho. Mas tudo tem limite. Ô, se tem.
O negócio é o seguinte: todos os anos os estudantes de design do Brasil inteiro se reúnem em algum estado com o propósito de encher o rabo de cachaça, fumar maconha até o olho encher de sangue e putariar até a morte. Ok, nem tanto.
Mas é aquela coisa. Palestras, oficinas, projetos, experiências, blá, blá, blá.
Daí que este ano o evento será sediado em Pernambuco. Massa, né? E adivinha só qual o tema que eles resolveram adotar como identidade visual? Manguebeat, claro. Aliás, Manguebit com i, viu? Que é pra disfarçar essa coisa feia que é o estrangeirismo.
Minha gente, não é querendo ser do contra não, mas oi, já deu?
Eu reconheço o valor da cultura do nosso Estado. Aliás, na minha opnião, é de longe a mais rica e diversificada do país. Reconheço a importância e o significado que Chico Science e Nação Zumbi tiveram, o upgrade que eles causaram na cena local e na imagem de Pernambuco pro povo de fora, me arrepio todinho só de ouvir um grupo de maracatu, acho o frevo uma dança deveras complexa, patrimônio cultural da humanidade e priu. Que legal, uhu.
Agora alguém me diz até quando a gente é obrigado a ficar estagnado, batendo na mesma tecla? A impressão que dá é que o Nordestino em geral foi - e é - tão inferiorizado que acabou se enclausurando no seu próprio complexo. O bairrismo atingiu um nível tão radical que chega a prejudicar, desgastar. É uma necessidade constante de se auto-afirmar, de mostrar "serviço", provar que tem conteúdo, sabe? Até certo ponto, não recrimino, acho até digno e louvável, visto que o que mais tem por aí, é gente achando que o Brasil se resume ao trecho Rio-SP. Gente com a mentalidade tão pequena quanto este mesmo trecho. Mas tudo tem limite. Ô, se tem.
Lembro que li numa coluna da Super Interessante como ficaria o Brasil se tivesse seu terreno dividido. Nesta hipótese, Pernambuco seria o único Estado a se separar por completo e garantir sua independência. Seria uma nova Cuba. Confesso que meu primeiro pensamento foi "uau". Mas pensando bem... Dá um pulinho ali em Cuba pra tu ver o que é bom.
O que me deixa mais indignado nisso tudo é que a gente virou refém da nossa própria cultura. Não tem nem como um evento como este tentar ir de encontro às "regras", porque com certeza virão incontáveis Arianos Suassunas metendo o pau do outro lado.
Gente, tá na hora de ir de encontro sim, de desgarrar, de expandir, aceitar o que vem de fora e que pode ser bom. Tá na hora de, pelo menos, se renovar, de se permitir.
Porque enquanto o N Design 2009 se apresenta desta forma:
O que me deixa mais indignado nisso tudo é que a gente virou refém da nossa própria cultura. Não tem nem como um evento como este tentar ir de encontro às "regras", porque com certeza virão incontáveis Arianos Suassunas metendo o pau do outro lado.
Gente, tá na hora de ir de encontro sim, de desgarrar, de expandir, aceitar o que vem de fora e que pode ser bom. Tá na hora de, pelo menos, se renovar, de se permitir.
Porque enquanto o N Design 2009 se apresenta desta forma:

Vem Curitiba, apresenta a proposta pra sediar o N Design 2010 e fecha de badoque com a cara de todo mundo.

Pronto, falei.
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tôquetô
10.11.08
Era só o que faltava
Eu falando (ainda mais) sobre futilidades, banalidades e derivados,
metendo o pau em tudo e em todos (oê)
e o bedelho na vida alheia.
Toda Segunda-Feira aqui!
metendo o pau em tudo e em todos (oê)
e o bedelho na vida alheia.
Toda Segunda-Feira aqui!
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28.8.08
26.8.08
das coisas que abomino
. crocs
. lenço palestino
. sandália gladiador
desapareçam da minha frente porque, né?
beleza acima de tudo. inclusive da moda.
precisava deixar isso por escrito beijos.
. lenço palestino
. sandália gladiador
desapareçam da minha frente porque, né?
beleza acima de tudo. inclusive da moda.
precisava deixar isso por escrito beijos.
6.8.08
É O QUE MENIN?
"O Kulturfest Itinerante tem início no sábado, 16 de agosto, com apresentação musical ao vivo do DJ de música eletrônica Justus Köhncke, intregrante do coletivo Whrilpool Production e atualmente em trabalho solo com faixas lançadas pelo selo Kompakt, um dos mais importantes do gênero na Europa. Justus já trabalhou ao lado de artistas como Hot Chip, Erasure, Ladytron, Human League e Stereo Total, inclusive fazendo remixes. No show, que acontece a partir das 21h, na Torre Malakoff (Recife Antigo), o músico alemão se apresenta ao lado de DJ Dolores, cantando e tocando teclado e guitarra."
li no grito!
essa notícia foi tipo uma avada kedavra pra mim.
foi eu lendo e morrendo instantâneamente. :~
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