ela: como é que tu tás, hein?
eu: fisicamente cansado, emocionalmente destruído.
ela: ainda?
eu: ainda.
30.4.09
29.4.09
Quando suas prioridades mudam sem sua autorização
Há duas semanas você trabalha de Domingo à Domingo, sem cessar, sem parar, sem vacilar. E o único pensamento Pollyanna, neste caso, é que só faltam mais duas semanas e (talvez) isso tudo acabe.
Você, que dormia em torno de doze horas por dia, fica todo feliz quando consegue dormir seis. Você esquece o que é ter final de semana e, pior, passa a odiá-lo porque além de trabalhar, sente-se na obrigação de sair e se divertir a todo custo, se cansando muito mais do que em dias de semana normais.
E quando a família, os amigos, a saúde, os estudos e as vontades vão ficando em segundo plano, a gente tem que procurar alguma coisa no decorrer do dia que faça sentido.
28.4.09
O que fez sentido
Por mais diferentes que sejam os seus dias e as suas atividades, a gente bem que tenta estabelecer uma rotina, uma ordem. Pelo menos eu, tenho pavorzinho a qualquer tipo de mudança.
Então, sempre que posso e consigo, vou jantar no mesmo lugar, na mesma mesa. Só que, nas últimas três vezes, não encontrei minha comida favorita e um dos maiores motivos que me fazem ser freguês cativo: fatia parida, vulgo, rabanada.
E em todas essas três vezes eu perguntei, leia-se, supliquei, pela bendita fatia parida.
Aí, hoje, Brandão, o dono e meu best, depois de ser indagado com o meu tom mais triste se tinha, de fato, desistido para todo o sempre de fazer as fatias, meu deu um papelzinho na saída.
- Tome. Da próxima vez que você vier, ligue pra mim até umas 18h mais ou menos, que eu mando fazer só pra você.
- Tome. Da próxima vez que você vier, ligue pra mim até umas 18h mais ou menos, que eu mando fazer só pra você.
Marcadores:
cotidianidades,
o que precisa ser contado
26.4.09
9.4.09
6.4.09
Na boca do povo
Entre um sushi e outro, um amigo e uma conhecida conversam sobre você:
Ela: ele tá mais simpático, mais sociável ultimamente, né?
Ele: é, muito mais...
Ela: porque eu soube, meu filho, que ele nem na areia, pisa.
Ela: ele tá mais simpático, mais sociável ultimamente, né?
Ele: é, muito mais...
Ela: porque eu soube, meu filho, que ele nem na areia, pisa.
Marcadores:
cotidianidades,
diálogos,
falem mal mas falem,
o que precisa ser contado
4.4.09
É tudo ilusão
Não sei até quando eu vou ter que suportar
Toda essa dor
E você não me escuta, só me deixa pra depois
Eu dizendo que te amo e que só penso em nós dois
Vício Louco
Toda essa dor
E você não me escuta, só me deixa pra depois
Eu dizendo que te amo e que só penso em nós dois
Vício Louco
Marcadores:
amando o próximo,
citações e derivados,
exteriorização,
falem mal mas falem
2.4.09
Agora que sou rhyco
"Sucesso é quando você faz o que sempre fez,
só que todo mundo percebe."
Adriana F.
Hoje quando cheguei no estágio encontrei o rascunho de uma lista em cima da bancada. Nessa lista, pessoas estavam divididas em três funções: Equipe Criativa, Técnicos e Estagiários.
Eu não sei bem como é que meu nome foi parar ali, do lado do nome do chefinho, na Equipe Criativa, mas eu só sei que hoje eu fui pro estágio e voltei do trabalho.
Marcadores:
cotidianidades,
exteriorização,
o que precisa ser contado
Déjà vu
- Queria te pedir um favor.
- Já sei o que é.
- O que?
- Pra eu te ligar amanhã e te acordar.
- Não. Ainda não.
- Já sei o que é.
- O que?
- Pra eu te ligar amanhã e te acordar.
- Não. Ainda não.
Assinar:
Postagens (Atom)

.jpg)